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23.8.06


Testando, testando...
Estaremos nós voltando ao velho endereço?
Hein, hein?

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11.5.05




Zé Malta

Fan de Cláudio Adão, passarinhos e Lobsang Rampa, meu avô chega hoje aos 85.

É também rubro-negro de carteirinha (conselheiro do club) e uphanista confesso, razão pela qual diz que o mundo um dia ainda há de se curvar diante de nossos gêneros musicais – especialmente o samba, o maxixe e o (!!!) cateretê.

Por enquanto, vamos de samba.

Coisas do destino
Wilson Batista

Ai, ai, são coisas do destino
Sou rubro-negro
Meu patrão é vascaíno
Ai, ai, este emprego eu vou perder
Mas deixar de ser flamengo
Não, não pode ser

Lá no meu quarto
Tem escudo e tem retrato
De vários campeonatos
Sou flamengo pra chuchu
Ainda me lembro
Gazeteava a escola
Só pra ver o bate-bola
Na Rua do Paysandu
Foto: Colorfotos / www.colorfotos.com.br

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O que é isso, companheira?

Início de tarde no Centro, faixas pra todo lado e o breve discurso do ministro Gil (para a multidinha de grevistas) ainda repercutia no pátio do Capanema.

Volto do almoço e encontro a ascensorista emputecida: “Poxa... Falou, falou, falou e nem cantou nada!”

Pano, rápido.

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Mãos ao bolso!

Tudo bem...

Não é novidade pra ninguém que esse negócio de seguro é um poço de sem-vergonhice, mas, aind’assim, não há como o sujeito não se assustar após receber uma dolorosa de mil-e-sei-lá-quantos reais para renovar a “proteção” do carro.

Recebi a minha anteontem e tive a sensação de estar sendo assaltado antes do assalto.

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10.5.05


R$ 1,80

Não é barato, mas vale quanto custa o expresso que conheci após o almoço de ontem.

Fica no subsolo do Edifício Marquês de Herval, que, pra quem não sabe, é aquele prédio em frente ao Avenida Central, na Rio Branco, com rampa em espiral que leva – entre outros estabelecimentos – às livrarias Da Vinci e Berinjela.

Chama-se Café Gioconda o diabo do lugar, que é blasé e não bota biscoito no pires, mas merece a visita por conta do expresso – um tal Vila Borghesi, que vem das fazendas de São Paulo.

Ô, rubiácea gostosa!

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Tijolo na testa

Delicadeza de samba cantado por Teresa Cristina nos véios tempos do Semente, este bão Alvaiade também veio na safra de aniversário.

Embrulho que eu carrego
Alvaiade

Enquanto você não for eu não sossego
Você é um embrulho que eu carrego
Darei doces a Cosme e velas a Nossa Senhora
Se amanhã você me disser que vai embora

Na sua vida eu sempre fui a tábua de salvação
E você finge não entender a situação
Vai na paz, minha escurinha
Infelizmente você não pode ser minha

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9.5.05




Epheméride

Completaram-se ontem 50 anos da morte de Geraldo Pereira – o dia 8 de maio de 1955, conta o nosso Filipel, também era dia das mães.

Antes que entremos na discussão sobre a causa mortis (mais encrencada que o segredo de Tostines...), um belo samba do compositor que reouvi ontem no CD O rei do samba (trilha-sonora do filme de José Sette), numa leva de presentes juiz-foranos.

Foi o primeiro samba gravado de Geraldo Pereira – em 1939, por Roberto Paiva.

Se você sair chorando
Geraldo Pereira e Nelson Teixeira

Se você sair chorando
Fingindo que vai embora
Meu amor, não ignoro
O seu pensar
Ficarei muito contente
Vou viver com alegria
Espero seu desprezo um dia
Não vou chorar

Você vai que a rua lhe convida
De que valem dias vidas
Sem prazer
Tudo quanto é difícil
Eu dou-lhe com sacrifício
E você não sabe me compreender
Foto: Leis de Murphy / www.leisdemurphy.blogger.com.br

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Footballísticas

Botafogo vitorioso nas barbas de Eurico, Timón surrado em Sampaulo e Flamengo dando continuidade a suas tropicadas (em tempo: que pelada, hein?).

Tahy um domingo alvissareyro!

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Interessante

...a idéia de quem resolveu embrulhar o esqueleto do JB com outdoors do supermercados Sendas.

Além de aproveitar a estrutura banguela pra ganhar um cascalho, inda dá uma colorida na vista de quem passa pelo Viaduto do Gasômetro.
Foto: Gadgets / www.gadgets.com.pt

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6.5.05




Hoje tem!

Quem puder, que compareça hoje à Sala Baden Powell.

Quem não puder, que vá catar coquinho ou então aguarde outro dia da curta temporada de lançamento do CD Lamartiníadas – amanhã, depois e no fim de semana que vem.

Jeanette
Lamartine Babo e Assis Valente, 1936

Jeanette, Jeanette, Jeanette
Chega de fita, venha me ver
Eu sou também do time do Maurício, oh, Jeanette
Maurício Chevalier

A minha voz é igual à do Kiepura
Que é pura francamente eu não sei não
Depende tudo da temperatura
Ou de um resfriado no pulmão, coração

Jeanette, Jeanette, Jeanette...

Eu sou o mocinho e tu és a mocinha
A marcha é a sinfonia que acabou
Eu tenho a minha voz muito fininha
Tenho uns pigarrinhos na garganta, ho ho ho
Foto: Image Bank / www.imagebank.com

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A vida anda ruim na aldeia...

Depois da reeleição de Bush, agora é Blair quem recebe o aval de sua gente para mais um mandato – o terceiro.

Não sou de generalizar, mas não dá pra não s’incomodar com tanta gente que vai às urnas e diz: “Sim senhor, eu quero é guerra.”

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5.5.05


Cinco do cinco de cinco

Quem for do bicho, do bingo ou da Mega, que faça logo suas apostas.

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O contínuo e a secretária

Vizinha: Viu só a menina da sala no fim do corredor?
Secretária: Hã...
Vizinha: Tá bem de greve, mas todo dia sobe pra tomar café.
Secretária: Ah, sem-vergonha...
Vizinha: Faz greve mas não abre mão do cafezinho.
Secretária: Pois é.

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Por falar neles...

Diz a cartilha (aquela dos 96 termos prohibidos pela Secretaria de Direitos Humanos):

FUNCIONÁRIO PÚBLICO: depois de sistemáticas campanhas de desprestígio contra o serviço público, os trabalhadores dos órgãos e empresas públicas preferem ser chamados de servidores públicos, para enfatizar que servem ao público mais do que ao Estado.

Outros destaques da cartilha:

ANÃO: são vítimas de um preconceito peculiar: o de sempre serem considerados engraçados. Não há nada especialmente engraçado. O fato de ser anão não afeta a dignidade.

BARBEIRO: Usado no sentido de motorista inábil, é ofensiva ao profissional especializado em cortar cabelo e aparar a barba.

GILETE: o termo adequado é bissexual.

PALHAÇO: o profissional que vive de fazer as pessoas rirem pode se ofender quando alguém chama de palhaço uma terceira pessoa a quem se atribui pouca seriedade.

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Tem, tem, tem brincadeira e qualidade

Não bastassem as próprias gravações de Nara Leão (todas de 64 a 75), a caixa com 13 CDs que ganhei de presentaço de aniversário inda tem um "brinde" providencial...

Refiro-me aos "sidneys mílleres" que não encontramos por ahy – dele, só há o CD da Elenco... – e estão n'alguns dos ótimos discos da tristonha musa da bossa-nova. Eis uma marcha singela:

Menina da agulha
Sidney Miller

Que menina é aquela
Que vem de tão longe?
Tão longe
Tão triste e pensativa
Ela vem de onde
Que rosto é o rosto dela
Que sorriso esconde
Que sonho vem com ela
Menina, me responde

Eu ando por aqui
Por aqui assim
Assim
À procura de uma agulha
Que eu aqui perdi
Era agulha que bordava
Meus vestidos, meus encantos
Meus dias coloridos
Meu Deus… e foram tantos

Menina, vá pra casa
Vá dizer a seu pai
Seu pai
Que uma agulha que se perde
Não se acha mais
Eu achei, brinquei com ela
Espetei meu coração
Na dor foi-se o brinquedo
No amor fez-se a canção

Vem viver
Que a vida inteira roda
Roda uma estrada, um violão, um canto
Roda à procura eterna de um recanto
Onde outras rodas possam se encontrar
E cantar como eu cantava outrora
Quando ao meu canto respondia a aurora
Em versos claros como a luz do dia
Em que a poesia cantará o amor
Foto: TVE / www.tvebrasil.com.br

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