31.3.04




Futebol e bordoadas

Mencionado semana passada num comentário do amigo Paulo Aragão (em nossa prosa sobre o time de Clarinha), este samba de João Bosco e Aldir Blanc é dos melhores que têm como mote o futebol.

Vai em homenagem ao aniversariante Marceu Vieira, amigo querido, rubro-negro como a preta do samba.

Gol anulado
João Bosco e Aldir Blanc

Quando você gritou "Mengo"
No segundo gol do Zico
Tirei sem pensar o cinto
E bati até cansar
Três anos vivendo juntos
E eu sempre disse contente:
"Minha preta é uma rainha
Porque não teme o batente
Se garante na cozinha
E ainda é Vasco doente"

Daquele gol até hoje
O meu rádio está desligado
Como se irradiasse
O silêncio de um amor terminado
Eu aprendi que a alegria
De quem está apaixonado
É como a falsa euforia
De um gol anulado

|

30.3.04




Ora, pois...

A vandeira portuguesa vai po gajo que andou p’sseando por este blógue um dia desses, fazendo com que nosso Mxcavinhas fique cada vez mais glubalizado.

Quem acusou o p’sseio foi o nosso contadoire, que tem registrado tambáin visitas da Singapura, dos Estados Unidos e da Grande Bretanha.

PS: Apruveitando o pôste com sutaque, indico aos amigos a leitura do causo Linhas de alfe, puvlicado ontem no vlógue Meu lote, do cumpositoire Nei Lopes.

|

Dois "vá à merda!"

1) Um para o Blogger.com.br (o da Globo.com), que não deixa saudades.

2) Outro para a CET Rio, por deixar que meia Silveira Martins seja tomada pela frota prateada da Rede Globo, que escolheu o Museu da República como locação para suas filmagens do momento. Saem perdendo os moradores (com a barulheira dos geradores), os vagas-certas (com 44 vagas engessadas) e os infelizes que, como eu, estacionam o carro por lá.

|



Só na sardinha...

A maior propaganda quem me fez foi a Cristina: “Vai lá, que não tem erro. Você pega o peixe no andar de baixo, frita no de cima e ainda bebe uma cervejinha gelada na hora de comer.”

Pois só no último sábado, após onze meses de maior proximidade da pacata Nictheroy, é que fui conhecer o Mercado São Pedro – espécie de “shopping do peixe”, com direito a uma praça de alimentação que, vejam vocês, só tem botequins (daí a recomendação da Cristina).

Fui guiado na boemia matutina pela ala masculina da família Lamego, Caio e Seu Luiz Carlos, que, à base de sardinhas fritas e Bohemias geladas (pra “dar liga” na conversa), me trouxe pra mais perto da família.

Um senhor programa, que recomendo aos freqüentadores mais boêmios deste blógue (Goldenstein fora) e que pede, claro, um bom samba de Caymmi.

Pescaria
Dorival Caymmi

Ô, canoeiro, bota a rede
Bota a rede no mar
Ô, canoeiro, bota a rede no mar
Ô, canoeiro, bota a rede
Bota a rede no mar
Ô, canoeiro, bota a rede no mar

Cerca o peixe, bate o remo
Puxa a corda, colhe a rede
Ô, canoeiro, puxa a rede do mar
Cerca o peixe, bate o remo
Puxa a corda, colhe a rede
Ô, canoeiro, puxa a rede do mar

Vai ter presente pra Chiquinha
Vai ter presente pra Iaiá
Ô, canoeiro, puxa a rede do mar

Cerca o peixe, bate o remo
Puxa a corda, colhe a rede
Ô, canoeiro, puxa a rede do mar
Ô, canoeiro, puxa a rede do mar
Ô, canoeiro, puxa a rede do mar

Louvado seja Deus, oh, meu pai
Louvado seja Deus, oh, meu pai


|

29.3.04




Buti não é Rubinho

Enganou-se quem apostava que o cãozinho Jabuticaba (o popular Buti) se contentaria com o segundo lugar na preferência do casal Goldenstein, após o nascimento de Clarinha.

A pequena mal "abriu os trabalhos", na quarta passada, e o cachorro já deu sua primeira grande cartada: uma aparição n’O Globo de domingo.

Tal como o Bugu de Maurício de Sousa, o bicho (astuto, brioso) tratou de mostrar a fuça no Jornal da Família, aparecendo o suficiente para dar seu recado: “Alô, mamãe! Tô aqui!”

A foto está lá no Me Deleite, enquanto a matéria vai linkada aqui, n'O Globo Online.

|

Generais em campo

No dia em que meu Botafogo volta a treinar em General Severiano, é para o Caio Martins que peço a atenção dos amigos.

É que o estádio alvinegro teve ontem um capítulo inusitado de sua história contado no suplemento 64, publicado pel’O Globo por ocasião dos 40 anos do Golpe Militar (a se completarem na próxima quinta-feira, dia 1º de abril).

Publicada na página 15 do caderno especial, a matéria assinada por minha digníssima Cláudia Lamego relembra os dias em que o estádio de Nictheroy foi usado como cadeia política pelo regime militar.

Difícil voltar a olhar pr’aquele gramado com os mesmos olhos.

|



Elke

A jurada punk do Cassino do Chacrinha dá as caras no Mascavinhas por ocasião do casório de sábado à noite, entre um amigo da Ju Prado (freqüentadora deste blógue) e uma pequena de procedência suíça.

Pois não houve o que superasse a performance permanente de Elke. Nem o padre gringo, nem a dança enlouquecida da mãe da noiva, nem o figuraça do pai do noivo, nem o quarteto convidado para fazer samba (eu nessa), nem a ampla distribuição de maracas, óculos escuros e buás.

Só deu Elke, que, para quem não sabe, nasceu Elke Giorgierena Grunnupp Evremides, em 22 de fevereiro de 1945, em Leningrado (na falecida União Soviética).

Link extra: Elke irreconhecível na capa de uma edição de 1963 da revista Cinelândia.

|

26.3.04




Quatro hymnos populares e um plágio descarado

Como postei ontem o último dos hymnos subterrâneos de Lalá a que tive acesso, a sexta-feira é dedicada a observações pictorescas sobre sua produção footbolística mais manjada. Os comentários vão listados em ordem crescente de relevância...

Fluminense
1) Marcha de introdução fidalga e melodia aristocrática (a + bonita, em minha humilde opinião), tem três segundas partes - uma para cada cor da bandeira do Fluminense.
2) Foi a única em que Lalá teve um parceiro: o maestro paulista Lírio Panicali (1906-1984), que também dividiu com Lamartine a autoria da canção Saias curtas.
3) Autor de trilhas-sonoras para cinema nas décadas de 1930 a 50, Panicali foi também diretor artístico da Rádio Nacional.

Vasco
1) Apesar do clima de “trilha sonora pra navegador” que conseguiu conferir à Marcha do Vasco, Lalá devia estar muito cansado quando fez este hymno.
2) Destaques pro “pendão”, pro “heróico português” e pros versos “No atletismo és um braço” (!!!) e “No futebol és um traço” (!!!!!!).

Botafogo
1) A composição original de Lalá dizia “campeão DE 1910” (referência ao primeiro título alvinegro), mas a turma de General Severiano resolveu subir nas tamancas para mudar a letra do cara - que já na primeira gravação foi registrado com um “desde” da palavra grifada.
2) Cerca de oito décadas mais tarde, quando decidiu-se no tapetão que o Botafogo passaria a dividir com o Fluminense o título de 1907, o Glorioso resolveu convocar seu Conselho Deliberativo para novamente alterar a letra de Lamartine Babo – desta vez trocando o “desde 1910” para “desde 1907”.
3) Como o “1910” rimava com “tu és” e “1907” não rima com nada, a “brincadeira” dos conselheiros alvinegros resultou num hymno de letra capenga.

Flamengo
1) Primeiro hymno composto por Lamartine Babo, em 1945.
2) Foi depois dele que Lalá recebeu de Heber de Bôscoli o desafio de fazer marchas para os outros clubes cariocas – todas seriam lançadas no programa radiofônico “Trem da Alegria”, da Rádio Nacional.
3) Na gravação original, de Gilberto Alves, a segunda parte começa com versos diferentes dos que conhecemos: “Na regata desacata / me maltrata / me arrebata / que emoção no coração...”

América
1) Diz-se por aí que dos hymnos lamartinescos é o mais bonito, coisa e tal, até porque Lalá era torcedor do América.
2) Mas a verdade é que a Marcha do América, com todo aquele sabor de vinheta do Sílvio Santos, é um tremendo plágio, com a primeira parte inteiramente copiada de uma música americana do início do século passado.
3) Trata-se de Row, row, row, composta por William Jerome e Jimmy Monaco para o musical Ziegfeld Follies, encenado em 1912 na Broadway. Foi interpretada no espetáculo por Lillian Lorrain.
4) Não deixem de conferir neste site a melodia original que “inspirou” Lalá a fazer o hymno alvirrubro (a primeira é idêntica), acompanhando a letra onde está escrito “Chorus 1”.

|

25.3.04


Na Glória...

Foi um sucesso absoluto o lançamento da Escola Portátil de Música, sábado passado, no bairro da Glória. Regado e forrado com acepipes dos melhores, o evento marcou o início do projeto, que, coordenado por Pedro Aragão e Maurício Carrilho, é uma versão turbinada da Oficina de Choro da UFRJ que chacoalhou os sábados na Lapa – agora com patrocínio providencial da empresa estadunidense El Paso.

Começando no próximo 3 de abril, a Escola Portátil atenderá a 200 alunos (crianças e jovens na maioria, selecionados a partir de 900 inscritos) com aulas de violão, cavaquinho, bandolim, flauta e percussão ministradas aos sábados no casarão vizinho à igrejinha da Glória do Outeiro – ex-sede da ong Viva Rio, onde trabalhei no segundo semestre de 2002.

Voltando ao regabofes, lá estavam o amigo Egeu Laus e sua incansável Xereta, para tirar fotinhas como as que eu tinha publicado neste blógue, mas foram "barradas" pelo site Terra, onde está hospedado o ótimo álbum virtual preparado pelo Egeu.

Mais informações no belo site da Escola Portátil de Música.

|



Nas onze!

A cada vez mais polivalente Débora Thomé ataca hoje de guia turística no caderno Boa Viagem d'O Globo, com dicas sobre a Chapada dos Veadeiros, onde passou o último ano-novo.

Passeando por cantos de nome curioso como o Vale da Lua, o Jardim do Éden e a Cachoeira das Carioquinhas, a popular Baixa (às vezes Bacha) dá um bom panorama sobre aquela meiúca de Goyaz, num texto informativo e com alguma bossa, como o lide que posto a seguir:

“Reza a lenda que o presidente Juscelino Kubitschek decidiu construir a capital do Brasil no Planalto Central por acreditar que era um lugar especial por sua ‘energia’. Não por acaso, foi ele quem criou o parque nacional que hoje é conhecido como Chapada dos Veadeiros, numa alusão aos caçadores que havia por lá. A reserva, que se encontra sobre uma enorme placa de cristal de quartzo, há muito é destino certo de místicos. A novidade dos últimos tempos é que com a criação de infra-estrutura — luz elétrica, pousadas e restaurantes — o lugar passou a atrair uma variedade maior de turistas: desde jovens, com suas barracas de camping e violão, até famílias inteiras, que saem de Brasília, de várias cidades de Goiás ou de outras regiões do país para desfrutar de incríveis caminhadas e cachoeiras e da paisagem do cerrado. Se for possível encontrar um extraterrestre no caminho, melhor ainda.”

Leia o resto do material n'O Globo Online.

|



Furando o site oficial

Que honra poder espiar Clarinha, ontem, chegando a sua quarta hora de vida – e a plaquinha na porta do quarto 230, indicando 2,860Kg e 46cm.

Melhor mesmo, só a emoção de ficar de frente com a petiz pela primeira vez e desejar-lhe o Bem maior de todos - aquele com Bê Maiúsculo, carregado de um desejo enorme de que TUDO dê certo.

Tratei ainda de agradecer pela honra de poder compartilhar aquele momento bacana na vida dos queridíssimos compadres Ana Paula e Golda.

E tratem de ler o resto lá no Me Deleite... :)

Clareana
Joyce

Um coração
De mel de melão
De sim e de não
É feito um bichinho
No sol de manhã
Novelo de lã
No ventre da mãe
Bate um coração
De Clara, Ana
E quem mais chegar
Água, terra,
Fogo e ar

|



A torcida reunida até parece a do Fla-Flu

Encerrando nossa série de hymnos subterrâneos do popular Lamartine Babo, prestamos nossa homenagem ao Bangu Atlético Clube – fundado The Bangu Athletic Club em 17 de abril de 1904.

Trata-se do hino de Lalá mais rico em pérolas, a começar pelo “também” do primeiro verso (!!!) e pelo registro de uma época em que o comércio era fechado pela vitória de um team.

Lamentamos o rebaixamento alvirrubro no último domingo, bem como a ausência no hymno do moço que, nos anos 1920, cobrou um córner e em seguida fez o goal de cabeça, registrando o tento mais fantástico de que se tem registro em nosso football.

Tão fantástico que se tornou personagem d’uma crônica deliciosa do amigo Marceu Vieira e também patrono deste blógue. Seu nome: Antenor Mascavinhas (1895-1957).

Marcha do Bangu

O Bangu tem também
A sua história, sua glória
Enchendo seus fans de alegria
De lá pra cá
Surgiu o Domingos da Guia
Em Bangu se o clube vence
Há na certa um feriado
Comércio fechado
A torcida reunida
Até parece a do Fla-Flu
Bangu! Bangu! Bangu!

O Bangu tem também
Como divisa na camisa
O vermelho sangue a brilhar
E faz cartaz
Estouram foguetes no ar
Em Bangu se o clube vence
Há na certa um feriado
Comércio fechado
A torcida reunida
Até parece a do Fla-Flu
Bangu! Bangu! Bangu!

PS: Mais um obrigado aos colaboradores fundamentaes desta série, os amigos Luiz Filipe de Lima e Alfredo Del-Penho.
PS2: Falaremos amanhã de aspectos pictorescos dos hymnos mais conhecidos.

|

24.3.04


Alegria! Alegria!

Chegou Clarinha, às 13h, de parto normal, na Clínica São José.

Enquanto tento segurar as lágrimas, aguardo o fim de uma reunião para voar até o hospital e dar o primeiro beijo na minha afilhada.

Que ela seja muito, muito, muito feliz!

|



Que baile... Que troça!

Uma boa notícia, enfim, para torcida rubro-anil da Rua Teixeira de Castro! É que o Bonsucesso Futebol Clube é a penúltima agremiação apresentada em nossa série de hymnos lado B do centenário Lamartine Babo.

Para os que não se lembram do BFC ou são fans recentes do desporto bretão, trata-se de um dos clubs mais importantes de nosso subúrbio, tendo disputado pela última vez a Primeira Divisão do Estadual em 1993 - quando completava 80 anos de fundação.

Além de dois títulos da Segundona Carioca (1981 e 84), figuram entre seus maiores orgulhos ter sido o berço do crack Leônidas da Silva (1931) e o grande show de Nat King Cole realizado em sua sede, em 1959, durante a tournée cucaracha do astro americano.

Marcha do Bonsucesso

Para a torcida rubro-anil
Palmas eu peço (clap! clap!)
Na Leopoldina em cada esquina
Quem domina é o Bonsucesso
Lá surgiu um jogador sensacional
Surgiu Leônidas, o maioral!

Quando a turma joga em casa
A linha arrasa
Que baile... Que troça!
A torcida grita em coro
Não há choro
A vitória hoje é nossa

Em tempo: impagável a URL que descobri por conta do hymno do Bonsucesso.

É o sítio oficial da empresa lusitana de marketing esportivo Superfute, que, para promover o parceiro brasileiro, diz – exclamações por minha conta - que o clube “nasceu campeão, pois logo nos primeiros anos conquistou vários títulos do campeonato carioca (!!!). Da sua equipa saíram campeões mundiais como Leônidas, Chicão e Jair Pereira (!!!!!!)”.

Vai mentir assim no inferno!

|

Mas quem disse que eu esqueço?!!!

E então, povo dos blógues? Bora entrevistar Dona Ivone Lara?!

É que eu estava querendo fechar a pauta até sexta-feira, mas ela tá magriiinha que só... Para quem quiser engordá-la, é só mandar as perguntas pro meu e-mail.

|



Ô, sorte...

Justíssima a homenagem de Teresa Cristina ao portelense Argemiro Patrocínio com a escolha de A vida me fez assim para título de seu novo CD (Deck Disc), com lançamento previsto para maio. Soube do nome do disco pelo Pentimento de ontem e fiquei um bocado feliz – primeiro, por saber que os trabalhos estão adiantados; segundo, pois o samba em questão (dela com Argemiro) é meu preferido do repertório dela.

Como a letra de A vida me fez assim já foi postada na véspera do aniversário da Teresa (28/2), vou festejar a boa notícia com outra de minhas prediletas da nossa diva lapense, esta em parceria com Pedrinho Miranda.

Portela

Portela
Já disseram que o teu manto
Pintadinho de azul e branco
Lembra as cores do céu
Se passas na avenida decidida
Trocas de sambar com a vida
És de tirar o chapéu
As cores que escolheste com vaidade
E exibes na cidade
Sempre chamando atenção
São cores que carregas na bandeira
E iluminam a cachoeira
Da Virgem da Conceição

Cai, véu de água pelo ar
Ai, Portela o teu cantar
Faz brilhar a tua luz
Por isso vou levando com respeito
Duas cores no meu peito
Por amor a Oswaldo Cruz

|

23.3.04




Dream team

E não é que nosso Marcelo Russio recebeu ainda um presente do destino na ponte-aérea que o levou de vez para São Paulo?

Pois é... Lá estava ele, às nove da matina, procurando sua poltrona no avião, quando descobriu, exultante, que seria vizinho por meia hora de ninguém menos que o nobilíssimo coronel Jair Bolsonaro! Isso mesmo... O deputado dos milicos, espécie de negativo do PSTU, mais famoso por ter sugerido há 4 anos o fuzilamento de FH – esta e outras de suas pérolas estão numa entrevista hilária do político à revista IstoÉ.

Dizem as más línguas que o inabalável Russio, refeito da surpresa inicial, inda foi recepcionado em Congonhas pela alta cópula do PDS, um verdadeiro dream team da ala destra de nossa política: Sivuca, Sandra Cavalcanti, Agnaldo Timóteo, Eurico Miranda, General Newton Cruz, Paulo Maluf e, claro, o grande Wilson Leite Passos.

Foi dispensado o tapete vermelho, que é coisa de comunista safado.

|



Seremos dez, vinte mil

Mais um Lalá pequeno, hoje em homenagem ao Tricolor Suburbano, para dar um prossiga nesta nossa bem-sucedida série de hymnos nanicos.

Marcha do Madureira

Nosso ideal é lutar
Lutar por ti, Madureira
Queremos ver tua bandeira
A tremular pelo ar
E assim queridos, unidos
Seremos dez, vinte mil
Em cada glória que temos
Daremos pujança ao esporte do Brasil

És, Madureira
Nosso castelo
A nossa catedral ideal
O sol de muitos anos
Dos tricolores suburbanos

|

22.3.04




Larápios

Nosso Zazá nem bem chegou a Aracaju e já foi apresentado à ladroagem local.

Depois de entrevistar o governador João Alves, na sexta-feira, nosso Houaiss do Sergipe foi visitar um parente no dia seguinte e acabou sem o rádio do carro – cuja porta inda foi empenada pelas sacripantas.

De quebra, os ladravazes levaram dentro do aparelho o CD de Zé Renato cantando Zé Kéti, que tratarei de repor no primeiro carregamento fonográfico que for pra lá.

Mais notícias nas páginas policiais do Caju News.

|

Sampaulo, meu!

É hoje o bota-fora do amigo Marcelo Russio, que, embora ruim da cabeça e doente do pé, ganha por aqui um samba de despedida.

Para que ele vá se acostumando com o Curíntia, o chope e os dois pastel, o samba postado é este Adoniran de letra tragicômica:

Véspa de Natal

Eu me lembro muito bem
Era véspa de Natal
Cheguei em casa, encontrei
Minha nega zangada
A criançada chorando
Mesa vazia, não tinha nada
Saí, fui comprar bala-mistura
Comprei também um pãozinho-de-mel
E, cumprindo a minha jura,
Me fantasiei de Papai Noel

Chamei minha nega de lado:
"Eu vou subir no telhado
Descer pela chaminé
Enquanto isso, você
Prepara a criançada
E ensaia o jingobé"
Ai, meu Deus, que sacrifício
O orifício da chaminé era pequeno
Pra me tirar de lá
Foi preciso chamar
Os bombeiro

|



Tem um quê de simpatia

Depois de São Cristóvão e Canto do Rio, o terceiro clube contemplado por nossa série de hymnos lado B de Lamartine Babo é o Olaria Atlético Clube – agremiação da zona da Leopoldina que manda seus jogos no modesto Estádio Mourão Filho, construído em 1947 e mais conhecido como Alçapão da Rua Bariri.

Fundado em 1915 tendo como núcleo o Japonês Futebol Clube, ostenta como maior feito de sua história o título brasileiro da Série C de 1981 – antes que o leitor pense que se trata de pouca porcaria, cabe lembrar que a mesma taça seria erguida, 18 anos mais tarde, pelo Fluminense.

Foi também no Olaria que Romário desfilou sua marra antes de se transferir para São Januário e, em 1981, conquistar pelo Vasco o título estadual da categoria infantil.

Marcha do Olaria

Olaria
Teu esforço e tua glória
Estão crescendo dia-a-dia
Olaria
Tua pujança, tua vida
Envaidecem tua torcida
Olaria
Tua camisa azul e branca
Tem um quê de simpatia
Realizando sonhos mil
Tu serás um pioneiro
Dos esportes do Brasil

Clube da faixa azul celeste
Tu vieste da zona norte
Clube da faixa azul celeste
É o esporte pelo esporte

|

Estrela cadente

Não bastasse ser eliminado do Estadual, o torcedor botafoguense ainda tem que ouvir pérolas como a de Levir Culpi à Rádio Globo, após a vitória inútil sobre o Madureira: "A torcida precisa entender que o Botafogo cresceu muito do ano passado até agora, que nosso projeto é muito maior do que tudo isso..."

Logo depois, Valdo melhorou o nível da prosa: "Perdemos por nossa própria culpa, pois deixamos alguns pontos importantes pelo meio do caminho. Se vencemos hoje e isso não serviu para nada, foi porque erramos muito ao longo da competição."

Daqui pra frente, sou Friburguense desde criancinha.

|

19.3.04




Basta o club empatar, ela chora que dói...

Nossa série com os hymnos lado B de Lalá segue com a composição dedicada ao Canto do Rio Futebol Clube – team que representou a cidade de Nictheroy nos Estaduais de 1941 a 64.

Cabe ressaltar que o club alviceleste foi o primeiro a mandar jogos no hoje alvinegro estádio de Caio Martins (construído em 1941) e que esta valorosa série não seria possível sem a collaboração dos amigos Luiz Filipe de Lima e Alfredo Del-Penho.

Ao hymno...

Marcha do Canto do Rio

Aquela morena
Do Canto do Rio
Que torce e faz cena
E causa arrepio
Queimada da praia
Na hora do jogo
Ela desmaia e pega fogo (oi!)
Aquela morena
Do Canto do Rio
Que torce e se agita
Garota bonita
Basta o club empatar
Ela chora que dói
Foge de Nictheroy

No estádio formoso
De Caio Martins
Há dias de gozo
Foguetes, clarins
De noite e de dia
A turma sorri
Enche de alegria
Icarahy (oi!)

|



Estação singela e pura

Enquanto seguimos sem saber o signo da pequena Clarinha (a gestação se aproxima da fronteira zodiacal entre Peixes e Áries), já é certo que a petiz dará as caras no outono – estação iniciada na madrugada desta sexta-feira com promessa de dias quentes e noites frias (informou a CBN).

Aproveito a prosa meteorológica (pretexto pra falar de minha afilhada) para indicar também o novo blógue da panela: é o trocadilhesco Me Deleite, através do qual os amigos Ana Paula e Marcelo Golda nos deixarão a par do dia-a-dia da pequena.

|

18.3.04




Segue a globalização...

Depois do pôste mexicano, o vizinho "de cima" dos EUA é lembrado por aqui em homenagem à amiga Rose Hoch, que, após looongo sumiço, mandou e-mail aos velhos companheiros de coral para avisar que está passando uma temporada logo ali no... Canadá!

Pois é... A ex-representante do Viva Voz em Guarulhos resolveu juntar as malas e rumar para Toronto, nos arredores de Niagara Falls, onde ficará com o namorado pelo menos até junho (época em que o frio pega mais leve).

Que nossa amiga tenha uma ótima estada na terra de Daniel Boone (o do chapéu de guaxinim, lembram?) e, quando voltar, trate de vir ao Rio para matar a saudade da canícula e nos contar as boas novas.

|



¡Mascavillas!

Embora o Fluminense mereça toda sorte de mandingas alvinegras, a bandeira tricolor (com beliscão da águia na cobra) foi hasteada por aqui em homenagem ao mexicano que, dia desses, andou acessando este blógue.

Na verdade, acessou uma vez, conforme dedurou o contador. ¿Una belleza, no?

A conquista do mundo é questão de dias.

|



Aos corações são-cristovenses

Dando prosseguimento aes comemorações pelo centenário de Lamartine Babo, começo hoje a postar os hymnos menos populares do autor de Linda morena, O teu cabelo não nega e tantos outros êxitos carnavalescos.

Trata-se do lado B do nosso football. Aquele que, embora pouco conhecido pelos fans do desporto bretão, guarda tantas pérolas quanto os hymnos mais afamados (4 grandes + América), que, por sinal, não serão incluídos nesta série.

Comecemos, então, pelo campeão da cidade em 1926 - conhecido à época como o club dos cadetes:

Marcha do São Cristóvão

São Cristóvão, São Cristóvão
Teu passado é tão belo
Quantas vitórias em Figueira de Melo
Quando vences outro clube
Oh, São Cristóvão, pertences
Aos corações são-cristovenses
Estimulam a tua fibra extraordinária
Os grandes feitos do saudoso Cantuária
Avante São Cristóvão
Por teu bem, por nosso bem
Pela grandeza dos esportes
Que esta terra tem

És de um bairro cuja história
Tem valor profundo
Bairro ditoso de D. Pedro II
Quando vais à zona sul
Jogar com um clube bem forte
Tens a torcida da zona norte
São Cristóvão, São Cristóvão
Teu passado é tão cheio
Aos teus rivais inspiras sempre receio
Avante São Cristóvão
Por teu bem, por nosso bem
Pela grandeza dos esportes
Que esta terra tem

|

17.3.04


Senhorinha vivaz

É mesmo uma beleza o Tempo Glauber.

Estive lá ontem sem grandes pretensões (não iam além de um regalo) e saí impressionado com o astral daquele lugar: o espaço, a paz, o cuidado...

E ainda tem Dona Lúcia, mãe de Glauber, que faz o tipo senhorinha miúda e cheia de energia. Como Dona Maria Amélia Buarque de Holanda, ela é dessas que enchem qualquer sala com vivacidade e observações inteligentes.

Pois foi ela quem me recebeu no casarão e, enquanto fazia carinho no meu ombro, dava corda para nossa conversa: "Tenho um neto Pedro Paulo, filho de Glauber", "Leu o artigo do Jabor?", "Ih, meu filho... Dizem que sou forte, mas estou mais pra areia do que pra rocha".

Fui embora depois de uns 15 minutos, já com vontade de reeditar o momento lameblogado da minha tarde de ontem.

|



O verbete que joga

Depois de matar a pau no PSV e no Barcelona, ser o dono do tetra e voltar ao Brasil para virar paixão das duas maiores torcidas cariocas, Romário vai chegando ao fim de carreira como protagonista de notícias deprimentes e repetitivas.

Basta acompanhar o noticiário tricolor (nem precisa ser de perto...) para se cansar de coisas do tipo "Flu viaja sem Baixinho", "Baixinho não aparece nas Laranjeiras", "Baixinho está na Polônia", "Diretoria procura Baixinho" e outras chamadas que só fazem evidenciar o que todo mundo já sabe: além de estar jogando uma bolinha miúda que só, o cara já se encheu de ganhar dinheiro como jogador de futebol.

Então por que diabos não vai abrir uma locadora, ressuscitar o Café do Gol, comentar jogos no SporTV ou fazer qualquer coisa mais interessante do que chegar aos 40 cabulando trabalho e bancando o Fluminense?

Já está mais do que na hora de se contentar em ser verbete (dos mais importantes, diga-se de passagem), paradão, entre Roberto Dinamite e Romerito.

|



Moreninha linda, moreninha boa...

Que o dia de hoje tenha muito Chico, Paulinho, Gláuber e o que mais fizer feliz a minha namorada - ilustríssima aniversariante deste 17 de março.

O tímido e a manequim
Paulinho da Viola

Se ela passar por mim olhando assim
Não sei se vou conseguir me controlar
Meu coração dispara feito um tamborim
Quando ela tira a minha paz
Com aquele jeito de andar

Às vezes acho que ela sabe que eu existo
Mas nem por isso eu vou me declarar
Pois tenho medo de ficar
Na hora tão aflito
Inibido pela força de um olhar

Eu quis saber o que ela faz
Ouvi de dentro aquela voz dizer:
Não seja tão audaz
Ela é manequim
Já fez desfiles em Paris
Não vai ouvir conversa mole
De quem toca cavaquinho
É melhor não insistir
Para não se machucar
Este caso pode ter um triste fim
Não seja tolo, vai dar rolo
É jogo de aprendiz
Ela não é flor pro seu jardim

Lola
Chico Buarque

Sabia
Gosto de você chegar assim
Arrancando páginas dentro de mim
Desde o primeiro dia

Sabia
Me apagando filmes geniais
Rebobinando o século
Meus velhos carnavais
Minha melancolia

Sabia
Que você ia trazer seus instrumentos
E invadir minha cabeça
Onde um dia tocava uma orquestra
Pra companhia dançar

Sabia
Que ia acontecer você, um dia
E claro que já não me valeria nada
Tudo o que eu sabia
Um dia

|

16.3.04




Papyotto

Hoje tem lançamento no Odeon de Raízes do Brasil, cinebiografia de Sérgio Buarque de Holanda dirigida por Nelson Pereira dos Santos.

Infelizmente não poderei ir (estarei em Acari, retomando os trabalhos do CD com Alfredão), mas fico na torcida pra que tudo corra nos conformes e o público goste dos relatos sobre o velho Sérgio – Papyotto para os netos.

Inda mais pela honra que tive de bicar a roda-de-samba promovida em Paquetá por conta do "momento Cristina" que há no filme. Tremendo prazer, incluindo uma feijoada divina, daquelas impossíveis de esquecer.

|

Samba bonito não precisa de pretexto, mas...

Como lembrança para os amigos mandarem suas perguntas para nossa coletiva blogueira com Dona Ivone Lara (até o dia 26, pro meu e-mail), posto hoje um de seus belos sambas tristes.

Não sei se teve outra gravação, mas a que conheço - do LP de estréia da Cristina (1974) - é dureza para qualquer "concorrência"...

Agradeço a Deus
Dona Ivone Lara e Mano Décio da Viola

A você eu jurei
Não amar mais ninguém
Pois o meu coração
Já cansou de sofrer
É triste, é cruel
A dor de uma paixão
Cansei de ser escravo da desilusão
Já não tenho prantos
Pra derramar
Da vida ruim que levei
Não quero lembrar
Hoje sou feliz,
Me reencontrei
Vivo com alegria
Pois da nostalgia
Já me separei

Mas sinto
Que cheguei à realidade
Quando expulsei a saudade
Que no meu peito eu retinha em vão
Depois
Como prova de coragem
Eu impus minha vontade
Pondo desprezo em meu coração
E agora
Estou vivendo sozinho
Sem ter amor e carinho
Longe de qualquer paixão
E agradeço a Deus
Já posso sorrir
Comigo não há mais tristezas
Só existe alegria no meu coração

|



General Severiano em 10 datas

1912: despejado do campo de Voluntários da Pátria, Botafogo Football Club começa a procurar nova cancha.

1913: pagando aluguel de 300 mil réis mensais, clube passa a mandar seus jogos em um terreno pertencente ao Ministério da Justiça, na Rua General Severiano. Na inauguração, em 13 de maio, vitória por 1 a 0 sobre o Flamengo, gol de Mimi Sodré.

1925: em janeiro, presidente da República Arthur Bernardes sanciona projeto que cede o terreno ao Botafogo.

1928: em 15 de dezembro, clube inaugura no terreno o casarão colonial projetado pelos arquitetos A. Memória e F. Couchet. O baile de abre-portas é embalado por duas orquestras: a "Blue Bird" do Maestro Harry Fleming e a "Orquestra de Tangos" do Maestro Andreoni.

1938: inauguração do novo estádio (capacidade para 25 mil torcedores) em 28 de agosto, com vitória por 3 a 2 sobre o Fluminense - gols de Perácio e Patesko (2).

1948: refletores são inaugurados em 29 de maio, no empate em 0 a 0 com o Atlético-PR. Jogo marca a despedida alvinegra de Heleno de Freitas, vendido em seguida ao Boca Juniors (ARG). Em 12 de dezembro, clube conquista no estádio o título estadual, com vitória por 3 a 1 sobre o Vasco – gols de Paraguaio, Braguinha e Otávio.

1953: em 10 de junho, Mané Garrincha faz seu primeiro treino no Botafogo.

1976: para saldar dívidas do clube com o governo federal, o presidente do Charles Bohrer entrega, em 30 de janeiro, o terreno de General Severiano à Companhia Vale do Rio Doce.

1992: comissão liderada por Carlos Augusto Montenegro organiza o retorno, oferecendo a sede do Mourisco à CRVD em troca do antigo terreno.

1995: em 8 de dezembro, uma semana e meia antes de conquistar o Campeonato Brasileiro, Botafogo inaugura o novo complexo sócio-esportivo de General Severiano.

|

15.3.04




Ué? Acenderam a luz?

De endereço e aspecto novos, nosso Mascavinhas agora é branco, vizinho do Lameblogadas e tem comentários Haloscan - acabaram-se os telegramas sem quebras de linha.

Que as novidades representem tempos mais tranqüilos do que nossa última semana na outra hospedaria - em cuja memória posto este Lamartine que, espirituoso como sempre, foi gravado originalmente em 1935, na voz precisa de Mario Reis.

Parei contigo

Tu és o tipo
Do sujeito indefinido, carcomido
Que só quer tirar partido
Meu Deus, mas é isto
Que se chama ser amigo?
Parei contigo! Parei contigo!

Nas eleições foi o diabo
Pois tu eras o meu cabo
E votaste no inimigo
Meu Deus, mas é isto
Que se chama ser amigo?
Parei contigo! Parei contigo!

Parei contigo
Mesmo em caso de emergência
Jurei comigo
De esgotar a paciência
Já vou-me embora, cruz...
Vou disparando
Se não tu furtas a canção
Que eu estou cantando

Após te dar casa e comida
Automóvel, tanta coisa
Carregaste a minha esposa
Meu Deus, mas é isto
Que se chama ser amigo?
Parei contigo! Parei contigo!

Um dia eu fui parar contigo
Num hotel em Cascadura
Me furtaste a dentadura!
Meu Deus, mas é isto
Que se chama ser amigo?
Parei contigo, parei contigo!

Parei contigo
Mesmo em caso de emergência
Jurei comigo
De esgotar a paciência
Já vou-me embora, cruz...
Vou disparando
Se não tu furtas a canção
Que eu estou cantando

Levaste os meus bens de casamento
Só deixaste a minha sogra
Por um raro esquecimento
Meu Deus, mas é isto
Que se chama ser amigo?
Parei contigo! Parei contigo!

|



De letra!

Derrotar o Flamengo é bom demais. Com gol de letra, melhor ainda. Depois de ter vencido a queda-de-braço por Luizão, então, é de encher as medidas.

Mas, honestamente, já nem levo tanta fé em nossa classificação para as finais da Taça Rio - menos por pessimismo alvinegro e mais pela campanha pífia que estamos fazendo na competição.

Se fizermos nossa parte contra o Madureira e o Fluminense desbancar o Americano, ótimo. Mas prefiro voltar meu arsenal de figas para a contratação de um bom jogador para o meio-campo e para uma boa pré-temporada antes do Campeonato Brasileiro.

E que o golaço de Alex Alves não seja nossa única boa lembrança de 2004.

|

Aquele que dá nome aos bois

Motivado pela notícia da volta de nossos treinos a General Severiano e pela ótima entrevista de Nilton Santos a Maurício Fonseca e Pedro Motta Gueiros (publicada n'O Globo de ontem), resolvi fuçar um pouco da história do vulto que dá nome à rua do bairro de Botafogo e, por sua vez, à sede do clube.

Trata-se do alagoano Severiano Martins da Fonseca, magistrado militar, diretor da Escola de Guerra e veterano da Guerra do Paraguai. Nascido em 8 de novembro de 1825 numa das mais tradicionais famílias alagoanas, era detentor do título de "Barão de Alagoas".

Faleceu em 19 de março de 1889, pouco menos de oito meses antes de um de seus nove irmãos, Manoel Deodoro (1827-1892), se tornar nosso primeiro presidente da República.

|

12.3.04


Toooodo um processo
As letras, que eram enormes, já estão num tamanho mais aceitável. A coluna da esquerda, essa em que ficam os links, também já diminuiu. Consegui reduzir também o tamanho do nome do blógue, que estava grande demais naquela barra laranja.

A cada vez que fuço as templates deste novo Mascavinhas, me acostumo um pouco mais com a cara deste Blog*Spot - onde devo, enfim, baixar acampamento.

|

11.3.04


Mais um teste
Não há publicador mais rudimentar do que esse!

|

Teste, testando
Teste, teste... E o upload de imagens, como é que se faz?

|

This page is powered by Blogger. Isn't yours?

Weblog Commenting and Trackback by HaloScan.com

Site 
Meter